A visão da cura
Há mais de vinte anos, eu tive uma visão, não era sonho, era uma visão, eu estava lá. Naquele tempo, muitas pessoas morriam vítimas do vírus da AIDS, eu ficava emocionada com o noticiário na TV, a AIDS era uma doença muito comentada, havia muito preconceito, eu sentia no meu coração uma imensa vontade de poder ajudar, foi guando ao durmir eu tive uma visão. Eu estava num túnel, onde funcionava um laboratório científico muito antigo, a iluminação era de candeeiro, os equipamentos de madeira, no túnel haviam duas salas, havia também dois cientistas (um jovem e o outro já velho) e eu era sua assistente. Havia no túnel, muitos baldes com uma imensa variedade de remédios, o nosso paciente era um rato infectado pelo vírus da AIDS. Os cientistas me pediam para que eu pegasse uma porção de remédio e dispejasse num tubo de vidro, então eu girava uma roda de madeira e o remédio começava a passar por umas mangueirinhas até as veias do rato, os cientistas ficavam observando mas nenhuma reação do rato foi registrada. Todos os remédios foram testados mas nenhum fizeram com que o rato reagisse. Então o cientista mais velho já cansado se retirou para uma outra sala. Eu e o cientista mais jovem cotinuamos a testar os últimos baldes de remédios, chegamos no último balde, eu peguei uma porção, coloquei no tubo de vidro e girei a roda de madeira, o remédio passou pelas mangueirinhas até as veias do rato. então o rato começou a reagir mexendo as patas, depois tentou se levantar mas caiu porque estava fraco, levantava e caia até que derrepente começou a andar e depois a correr por todo o túnel, eu e o cintista mais jovem começamos a chamar pelo mais velho: --Venha ver! Um milagre aconteceu! Então emocionados os dois cientistas me pegaram nos braços e me jogavam para o alto dizendo: --Faça alguma coisa, só você sabe! e me diziam o nome do remédio. Quando o dia amanheceu, senti o meu corpo todo dolorido, sentia ainda as mãos dos cientistas no meu corpo. Eles vieram nove vezes repetindo o nome do remédio para que eu nunca me esquecesse e me pedindo para que eu fizesse alguma coisa. Numa dessas visões, eles me trouxeram um cachorro todo perebento e muito magro, eles me pediram para que eu o tratasse com o remédio, então o cachorro ficava bom e eles me diziam: --Tá vendo? O remédio é este, faça alguma coisa, só você sabe! Neste tempo eu morava na QNM 4 da Ceilândia Norte-DF, a minha irmã trabalhava na Associação de Moradores do Epaminondas na QNM 3, onde apareceu uma senhora desesperada pedindo ajuda, pois seu filho era portador do vírus HIV e estrava sendo despejada da casa onde morava de aluguel pois seus proprietários não a aceitava com o garoto. O garoto tinha 13 anos, estava muito magro, pálido, seus cabelos eram poucos, pois estavam caindo, tinha feridas por todo o corpo. A mãe do menino tinha uma carta médica e um laudo que provava que seu filho era aidético. O Epaminondas, que era presidente da associação de moradores, conseguiu para ela um lote em Samambaia-DF. Minha irmã sabendo da minha visão me apresentou esta senhora e eu falei da visão e lhe perguntei se ela aceitava eu tratar de seu filho, então ela aceitou. No primeiro dia, levei o meu filho Arnaldo. Para provar que o remédio não fazia mal algum, eu tomei o remédio primeiro e depois dei um pouco para o meu filho. A mãe do garoto vendo que o remédio não o faria mal permitiu que eu o tratasse. Então eu o tratei por trinta dias, mas logo, se mudaram para Samambaia, depois eu também me mudei para Samambaia e perdi o contato com eles. Um dia eu estava vindo de ônibus do Plano Piloto à Samambaia quando entrou, um garoto lindo, forte, corado, cabeludo, a pele limpinha! Eu o reconheci, era ele! Estava curado! Nesta hora eu chorei de tanta emoção e agradeci a Deus de joelhos dentro do õnibus, ninguém entendia só eu sabia o que estava sentindo. Resolvi procurar a mãe do menino e ela me confirmou que seu filho estava curado. Então procurei a reportagem "Na Polícia e nas Ruas" com o Perdigueiro (Roberto Calvalcante) e dei uma entrevista no ar. Ele enviou a reportagem da TV Brasília canal 6 que marcou uma entrevista comigo, a mãe do garoto e o garoto de costas, mas a família com medo de represária, mandou o menino para fora da cidade. Depois, eu me mudei para Santo Antônio do descoberto-GO-Brasil e continuei minha vida normalmente, mas sentia no meu coração que eu não poderia morrer sem fazer nada para ajudar as pessoas. Então ha pouco tempo conversei com um amigo radialista chamado Charles Aguiar da Rádio Vida FM aqui de St° Antônio do Descoberto-GOque anunciou no ar toda esta história e pediu aos ouvintes que se quisessem ajuda me procurasse. Mas guase ninguém acreditou, apenas uma pessoa me procurou. Este rapaz chegou nos braços dos amigos, estava fraco, pálido. Eu o tratei por trita dias. Hoje ele está forte, corado e cheio de vida. Eu resollvi divulgar esta história através da internet para que todos os tipos de pessoas, inclusive crianças de todas as idades, que tiverem a doença e quiserem ajuda possam me procurar, eu não cobro nada, apenas peço as pessoas que contribua com o que puder para que eu possa continuar ajudando outras pessoas.. Eu tenho uma casa boa que dá para abrigar poucas pessoas durate o tempo de tratamento e a pessoa terá as despesas por conta própria. Obs: Não citei nome de pessoas para não prejudicar a imagem delas. Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail mara-marques2010@bol.com.br (Mara Marques)
Escrito por Mara às 20h51
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